Em algum momento, todo restaurante enfrenta queda de internet ou instabilidade no sistema durante o horário de pico — e é exatamente nesse momento que a diferença entre um PDV bem implementado e um arriscado fica clara. A legislação de NFC-e prevê o modo de contingência, que permite continuar vendendo e emitir a nota corretamente assim que a conexão voltar, mas nem todo sistema implementa esse fluxo de forma confiável.
Na prática, isso significa perguntar ao fornecedor: o sistema continua registrando vendas offline automaticamente, sem intervenção manual? A nota é emitida em lote assim que a conexão retorna, sem exigir reprocessar pedido por pedido? E o que acontece se a internet ficar fora do ar por várias horas — existe limite de tempo ou de número de pedidos em contingência?
Restaurantes que já passaram por uma queda prolongada sem esse suporte sabem o custo: fila parada no caixa ou, pior, venda sem nota fiscal por pressa. Vale tratar contingência como item obrigatório de checklist, não como detalhe técnico secundário, na hora de comparar PDVs.