Marketplaces de delivery continuam sendo o principal canal de pedidos para boa parte dos restaurantes brasileiros, mas o apetite por diversificar esse canal está crescendo. A razão é simples: taxa de comissão por pedido pesa na margem, e depender de uma única plataforma deixa o negócio exposto a qualquer mudança de regra ou algoritmo que fuja do controle do dono do restaurante.
O que estamos observando é a adoção de cardápio digital próprio — geralmente um link ou QR code que leva direto para um checkout do próprio restaurante — como complemento, não substituto, das marketplaces. Isso permite capturar o cliente recorrente sem taxa de intermediação, enquanto a marketplace continua sendo usada para atrair cliente novo.
Ao comparar sistemas de cardápio digital, vale prestar atenção em quem processa o pagamento (o próprio sistema ou uma maquininha à parte), se há taxa por transação, e se o cardápio se integra com o estoque para não vender item que já acabou.